
Olho e vejo a chuva
Caindo de leve
Ocultando tudo lá fora.
Fecho os olhos e
Imagino o sorriso no teu rosto.
Imagino o sabor de um beijo
Molhado como chuva.
Abrigo-me em ti.
Penso se renasci neste dia vago
Como em tantos outros dias vagos
Onde pensei que morri,
Em noites inventadas de nada
E que o nada é teu rosto
Surgindo numa paisagem de nevoeiro.
Não me importa que seja a chuva,
O nevoeiro,
O vento
a madrugada,
Não me importa
Que seja a noite,
Quero sim,
É que algo te traga.


Um comentário:
Minha boa amiga, agradeço os elogios, mas não com um muito obrigado; pois um muito obrigado é pouco para agradecer tão fausto carinho!
Só quero dizer que as suas palavras bem como de outras pessoas que tem acesso aos meus escritos, são o combustível próprio nessa minha jornada pelo mundo da escrita.
Quero por muito tempo satisfazer as suas exigências nesse meus textos carregados de simplicidade e carinho.
Beijos e sucesso.
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